Elaine Nóbrega enxerga a tomada de decisão de maneira mais “fácil” após a capacitação da Professora e sócia da SocialPort, Elaine Marcial no STJ
Processo de tomada de decisão se tornou mais “fácil“ após capacitação da professora Elaine Marcial e a implementação das metodologias de foresight no Tribunal

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) é um dos principais órgãos do poder Judiciário brasileiro. Foto: Reprodução
Elaine Nóbrega, assessora-chefe da Assessoria de Gestão Estratégica do Superior Tribunal de Justiça (STJ), explicou que o processo de capacitação da professora Elaine Marcial no STJ teve início durante a pandemia da Covid-19. Segundo Elaine, a capacitação aconteceu pela necessidade de implementar uma política de longo prazo na instituição.
“A gente resolveu fazer isso logo depois que passou o período mais crítico da pandemia. Então, foi ali, no final de 2022, mesmo com algumas baixas de servidores que não puderam participar, porque naquela época ainda ocorriam alguns casos de Covid. Mas a nossa ideia era capacitar as pessoas para que elas entendessem um pouco melhor sobre cenários, para que agora, em 2027, pós decorridos cinco anos de nossa capacitação com a Dra. Elaine Marcial, a gente pudesse implementar o novo plano estratégico do STJ baseado em cenários. Então, nós começamos essa capacitação já experimentando um planejamento de longo prazo, para que pudéssemos conhecer melhor do modelo da professora, conhecer melhor a metodologia de planejamento por cenários, fazer alguns projetos piloto para que em 2027 a gente fizesse o nosso novo plano com base em cenários”, pontuou a assessora chefe do Setor de Gestão Estratégica do STJ.
Em relação às experiências obtidas por Elaine e seus pares, a assessora destacou que apesar de a metodologia não ter sido implementada por completo ainda, já foram solucionadas diversas questões.
“Mesmo que a gente não tenha, de fato, implementado ainda a metodologia completa, nós conseguimos prover a autoadministração de muitos estudos pontuais, assim, sobre evolução do acervo, sobre demandas, e algumas questões que a gente conseguiu visualizar, principalmente alguns problemas que a gente tinha e problemas que iam crescer, numa tendência ao longo do tempo, e aí propor algumas medidas administrativas que foram acatadas. Entendemos que isso melhorou o desempenho em vários ramos aqui do Tribunal, mesmo não tendo aplicado de forma completa o modelo”.
Por meio da metodologia de mini-cenários, por exemplo, Elaine explicou que o tribunal conseguiu tornar 2025 o ano com o maior número de recursos repetitivos afetados. A assessora destacou que foram construídos quatro cenários prospectivos para o acervo do STJ, sendo um deles voltado à projeção dos processos que chegariam ao Tribunal. A partir disso, buscou-se identificar aqueles que tratariam da mesma matéria, permitindo a aplicação de decisões padronizadas, o que contribui para evitar o acúmulo de processos e otimizar o tempo de julgamento.
“A gente tem, de forma mais concreta, um estudo de mini-cenários, em que a gente desenvolveu quatro cenários prospectivos com relação ao acervo do Tribunal. Então a gente fez um estudo, construímos cenários, fizemos algumas análises e propusemos várias medidas, assim, por exemplo, a gente começou a estudar quais são os principais assuntos que vão chegar no Tribunal, fazer a projeção dos principais assuntos e tentar analisar quais desses assuntos seriam possíveis da gente criar recursos repetitivos. E aí seria uma estratégia para que esses assuntos não chegassem, porque o Tribunal já ia ter julgado eles antes de eles chegarem, tomando como base a ocorrência de processo repetitivos que já tinham chegado”, esclareceu a chefe do setor de gestão estratégica do STJ.
A assessora revelou que ela e sua equipe planejam ampliar a metodologia ensinada pela professora Marcial à outras áreas do STJ, já dando início a um plano novo com a ambição de expandir as metodologias de foresight para a estrutura total do Tribunal, “(…) começamos agora os estudos para o plano novo e aí sim ele vai entrar em toda a estratégia do Tribunal”.
Para a assessora-chefe da Assessoria de Gestão Estratégica do STJ, após a capacitação da professora Elaine Marcial e a implementação das técnicas de foresight no Tribunal o processo de tomada de decisão se tornou mais simples, pois não é levado em consideração somente o presente, mas as implicações que determinada decisão pode acarretar no futuro. “Agora vamos para as reuniões com a Alta Administração não levanto só a situação atual. Sempre agregamos análise de cenários nas questões apresentadas, com possíveis tomadas de decisão. Penso que o processo de tomada de decisão ficou mais fácil quando não só analisamos o problema atual, mas pensamos também em quais caminhos podem acontecer depois”, finalizou.
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