Foresight não é adivinhar o futuro, é construir o presente. Sua empresa está pronta para o futuro?

Por Elaine C. Marcial

Sua organização investe ou pensa em investir em foresight? O artigo “Alcances, Limites e Antinomias de Métodos e Técnicas em Cenários Prospectivos”, cuja referência encontra-se ao final deste texto, pode ajudar.

O artigo apresenta contribuições valiosas para organizações que desejam investir em foresight e planejamento por cenários. Ele vai além de um simples manual de “como fazer”, oferecendo um levantamento de métodos e técnicas que permitam à organização compreender a vasta gama de opções disponíveis. Serve como um guia estratégico e crítico, ajudando a definir por que e como abordar de forma robusta os métodos e técnicas do foresight.

Os autores criticam as escolhas feitas de forma “intuitiva, impulsiva ou mesmo irresponsável” e destacam que as organizações, antes de investirem na área, devem definir primeiro um objetivo correto.

Para auxiliar na definição do objetivo a ser alcançado, citam a taxonomia de Popper. Essa taxonomia ajuda a organização a se perguntar: “Para este projeto, precisamos de mais Expertise (conhecimento de especialistas) ou de Interação (envolvimento das equipes)? Buscamos Criatividade (explorar o novo) ou Análise (entender tendências)?” Ao responder a essas questões, é possível alinhar uma lista de métodos aos objetivos desejados, melhorando a capacidade de escolher e os resultados das organizações.

O artigo deixa claro que o foresight não é adivinhação, predição ou “mero diletantismo”. Seu verdadeiro valor está em mobilizar atores e convergir desejos de mudança. Para evitar a armadilha da “mística da técnica”, as organizações são alertadas contra a ideia de que soluções “mágicas” podem “resolver” questões relacionadas a futuros possíveis.

O foco deve estar no aprendizado e na preparação para possíveis rupturas futuras, destacando que o processo é o principal produto para as organizações. Ao introduzir a teoria da construção social, o artigo mostra que o maior ganho do foresight pode não ser a “imagem final” dos futuros possíveis, mas sim o processo de aprendizado, diálogo e alinhamento que a equipe desenvolve ao construir os cenários. O método é um “mecanismo da construção social”.

O artigo também apresenta uma lista de centros de pesquisa e think tanks globais (EUA, Europa e Ásia), o que permite que as organizações realizem benchmarking com as de referência na área. Esta lista também permite identificar possíveis parceiros, bem como identificar quais são os métodos e práticas mais usados por essas instituições de ponta.

Entender essa base teórica é o primeiro passo. O segundo é aplicá-la com eficiência.

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Referência: SOARES, S. A. et al. Alcances, limites e antonímias de métodos e técnicas em cenários prospectivos. Brasília: Ipea, 2019. 61 p. (Texto para Discussão n. 2443). Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/8964

Acesse a Resenha Crítica do artigo produzido pela SocialPort: https://socialport.com.br/alcances-limites-e-antinomias-de-metodos-e-tecnicas-em-cenarios-prospectivos-resenha-critica/

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