Elaine Marcial, sócia-fundadora da SocialPort explica nome da empresa

Elaine Marcial, sócia-fundadora da SocialPort explica nome da empresa

A SocialPort é uma das empresas de foresight mais influentes do Brasil e, como uma jovem, promissora e com uma brilhante trajetória no setor. Desse modo, por meio de uma série de entrevistas com os sócios-fundadores e funcionários da empresa, iremos conhecer mais a história e os bastidores dessa organização.

Como primeira convidada temos a professora Elaine Marcial, uma das sócias fundadoras da SocialPort. Elaine revelou em entrevista exclusiva que a empresa era, em princípio, focada em tecnologia, cujo objetivo era o desenvolvimento de plataformas tecnológicas de apoio às atividades do foresight, como o SocialPort Enterprise – composta por um toolkit do foresight – e o SocialPort Rede – uma rede temática para o apoio às atividades de monitoramento e Horizon Scanning.

“O SocialPort Enterprise é um conjunto de técnicas e métodos que apoia o processo, principalmente de planejamento por cenário, processo decisório e foresight de uma forma geral, porque ele também apoia as atividades de horizon scanning. Já o SocialPort Rede, cria um espaço para o compartilhamento de sinais fortes ou fracos de mudança dentro de uma comunidade responsável por compartilhar seus achados obtidos por meio do monitoramento ambiental ou a realização de horizon scanning”.

A professora explica que o movimento de entrada da empresa no âmbito da mentoria, consultoria e capacitação em foresight surgiu da necessidade de financiar o desenvolvimento dessas ferramentas de apoio à condução dos processos de foresight. Entretanto, hoje em dia, representa um segmento em expansão na empresa, pois com o uso da SocialPort Enterprise, os processos tornam-se mais curtos e com melhores resultados. Elaine ainda aponta que apesar de a área já ser consolidada em países desenvolvidos, está iniciando sua expansão em território brasileiro atualmente.

“O que acontece é que, até hoje, poucas organizações no país praticam foresight, ele está começando a crescer agora no país, ao contrário do que ocorre no mundo. O foresight pulsa lá fora, principalmente no mundo desenvolvido. O crescimento do interesse de organizações públicas e privadas neste campo abriu uma oportunidade de entrar nos ramos de mentoria, de consultoria e de capacitação na área.

Elaine também explica o porquê de a empresa surgir na área tecnológica: “O investimento no desenvolvimento da SocialPort Enterprise está muito ligado à dificuldade que eu tinha de conduzir os processos de foresight, porque praticamente não existem ferramentas, nem no Brasil, nem no mundo, que dão esse tipo de apoio. Não é que não exista nenhuma, mas o que está disponível somente fornece suporte a um método específico e não contribuem com a condução de processos flexíveis ou diferentes abordagens do foresight. Já a Enterprise, por ser modular, apoia qualquer método, pois é um toolkit do foresight, uma “caixa de ferramentas” na qual você utiliza o que precisa no momento”, pontua Elaine.

Em relação ao motivo de a empresa ser chamada “SocialPort”, a professora esclarece que “Social” está ancorado no fato de que o exercício do foresight parte da premissa de que deve ser participativo. A participação da sociedade, sejam experts, stakeholders ou policymakers, é parte fundamental em sua condução. Já o “Port” advém da palavra porta, associando-a com a habilidade de “abrir as portas para o futuro” possibilitada pelo foresight.

O processo de decisão do logo, do nome e do design da SocialPort, além da participação dos sócios-fundadores da empresa, que inicialmente eram cinco, contou com a consultoria de dois profissionais do campo do design.

“Então, foram contratados dois profissionais. Um mergulhou na área de user experience, e desenhou a cara da SocialPort Enterprise e da SocialPort Rede. E o outro que desenhou a marca e a imagem institucional. Ele nos apresentou algumas opções de nomes e logos. E nós escolhemos SocialPort’, pois era o que melhor representava a atividade de foresight. A logo também representa essa ideia onde as partes que definem a logo são conexões ou ligações, representando a conexão entre o presente e o futuro, a pessoa e os dados, o pesquisador e a ciência, dentre outros, mas o foco principal é a conexão em si. A organização dessas partes formam um S deitado, para remeter tanto ao nome da empresa quanto ao infinito de conexões que a empresa porporciona.

Elaine acrescenta que foi apresentado a ela e seus pares a informação de que a maior parte das empresas não direciona o seu segmento em seus nomes como a Nike, Adidas e Apple. “O que a Nike tem a ver com roupas esportivas ou, Adidas? E a Apple? Entretanto, a proposta que eles trouxeram guarda indiretamente a relação com a atividade que praticamos.”

Sobre o futuro da empresa, apesar da “cultura curto-prazista” e da “carga tributária grande”, Elaine espera e trabalha para que daqui a 10 anos, em 2036, a SocialPort consiga não somente estar em todas as grandes empresas brasileiras quanto seexpandindo internacionalmente, visto que a plataforma já está preparada para tanto, “foi um dos cenários que a gente construiu. É que a gente não só cresceria no mercado interno, mas como não há plataforma semelhante no exterior há a possibilidade também de expansão além das nossas fronteiras. Esse é um dos cinco cenários construídos pela empresa no ano passado que nos ajudaram a formular nossa estratégia. Nós realmente acreditamos no potencial do foresight e aplicamos dentro da empresa”, afirmou a especialista em foresight sem querer revelar os outros quatro.

Para Elaine, o processo de internacionalização da plataforma passa por dois principais fatores: expandir o acesso à SocialPort Enterprise para outras línguas, além do inglês, e patentear a ferramenta nacionalmente e internacionalmente, “a nossa plataforma já pode ser acessada em inglês, ela identifica se o visitante está no Brasil ou no exterior, mas podemos expandir esta acessibilidade para outras línguas. Recentemente, entramos no processo de patenteamento da ferramenta, a ideia é que a gente faça o patenteamento dela, inclusive, lá fora também.”

Quer conhecer mais sobre as funcionalidades da SocialPort Enterprise, confira as matérias a seguir que trazem algumas das ferramentas já disponíveis que amplia seu leque a cada ano:

Entenda o que é o método Delphi – https://socialport.com.br/entenda-o-que-e-o-metodo-delphi/

Quem realmente mova o jogo no seu mercado: identifique os atores chave com a SocialPort Entreprise – https://socialport.com.br/quem-realmente-move-o-jogo-no-seu-mercado-identifique-os-atores-chave-com-a-socialport-enterprise/

Decisões no escuro: Ilumine seu caminho com a análise de incertezas críticas – https://socialport.com.br/decisoes-no-escuro-ilumine-seu-caminho-com-a-analise-de-incertezas-criticas/

Motricidade e dependência e a decisão estratégica: Entenda como funciona – https://socialport.com.br/motricidade-e-dependencia-e-a-decisao-estrategica-entenda-como-funciona/

Saiba como gerenciar seu tempo e estabelecer prioridades através da matriz de Eisenhower – https://socialport.com.br/saiba-gerenciar-seu-tempo-e-estabelecer-prioridades-atraves-da-matriz-de-eisenhower/

Com o apoio das tecnologias da SocialPort, sua organização estará mais preparada para entender o ambiente atual e futuro e tomar decisões embasadas e formular melhores estratégias mesmo diante de incertezas.

Estamos à disposição para apresentar nossas soluções, marque um horário conosco:contato@socialport.com.br.

SocialPort – Difundindo o foresight no Brasil.

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